ficcionalista!

(in)cierto modo de resistencia

Archivo para Octubre 2004

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MATE, TABARÉ

Tabaré, ta?

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Octubre 31, 2004 a 1:29 pm

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MATE, TABARÉ

Tabaré, ta?

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Octubre 31, 2004 a 1:29 pm

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ficcionalista! RECOMIENDA


Peter Hedges. Fragmentos de Abril


Escrito por ficcionalista

Octubre 30, 2004 a 11:38 pm

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ficcionalista! RECOMIENDA


Peter Hedges. Fragmentos de Abril


Escrito por ficcionalista

Octubre 30, 2004 a 11:38 pm

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Anginas y sinusitis.

Son los nombres de este silencio.

Sepan disculpar.

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Octubre 30, 2004 a 3:39 pm

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Avião sem asa

Fogueira sem brasa

Sou eu assim sem você

Futebol sem bola

Piu-piu sem Frajola

Sou eu assim sem você.

Porque que é que tem que ser assim?

Se o meu desejo não tem fim

Eu te quero todo instante

Nem mil auto-falantes

Vão poder falar por mim.

Amor sem beijinho

Buchecha sem Claudinho

Sou eu assim sem você

Circo sem palhaço

Namoro sem amasso

Sou eu assim sem você.

Tô louca pra te ver chegar

Tô louca pra te ter nas mãos

Deitar no teu abraço

Retomar o pedaço

Que falta no meu coração.

Eu não existo longe de você

E a solidão é o meu pior castigo

Eu conto as horas pra poder te ver

Mas o relógio tá de mal comigo

Por quê? Por quê?

Neném sem chupeta

Romeu sem Julieta

Sou eu assim sem você

Carro sem estrada

Queijo sem goiabada

Sou eu assim sem você.

Porque que é que tem que ser assim?

Se o meu desejo não tem fim

Eu te quero a todo instante

Nem mil auto-falantes

Vão poder falar por mim.

Eu não existo longe de você

E a solidão é o meu pior castigo

Eu conto as horas pra poder te ver

Mas o relógio tá de mal comigo.

Fico Assim Sem Você

Cacá Moraes – Abdullah

Escrito por ficcionalista

Octubre 21, 2004 a 11:27 pm

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Avião sem asa

Fogueira sem brasa

Sou eu assim sem você

Futebol sem bola

Piu-piu sem Frajola

Sou eu assim sem você.

Porque que é que tem que ser assim?

Se o meu desejo não tem fim

Eu te quero todo instante

Nem mil auto-falantes

Vão poder falar por mim.

Amor sem beijinho

Buchecha sem Claudinho

Sou eu assim sem você

Circo sem palhaço

Namoro sem amasso

Sou eu assim sem você.

Tô louca pra te ver chegar

Tô louca pra te ter nas mãos

Deitar no teu abraço

Retomar o pedaço

Que falta no meu coração.

Eu não existo longe de você

E a solidão é o meu pior castigo

Eu conto as horas pra poder te ver

Mas o relógio tá de mal comigo

Por quê? Por quê?

Neném sem chupeta

Romeu sem Julieta

Sou eu assim sem você

Carro sem estrada

Queijo sem goiabada

Sou eu assim sem você.

Porque que é que tem que ser assim?

Se o meu desejo não tem fim

Eu te quero a todo instante

Nem mil auto-falantes

Vão poder falar por mim.

Eu não existo longe de você

E a solidão é o meu pior castigo

Eu conto as horas pra poder te ver

Mas o relógio tá de mal comigo.

Fico Assim Sem Você

Cacá Moraes – Abdullah

Escrito por ficcionalista

Octubre 21, 2004 a 11:27 pm

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HOY ES
SAN PERÓN

[Acá había un epígrafe

que nadie entendió.

Ya fue.]

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Octubre 17, 2004 a 1:00 am

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HOY ES
SAN PERÓN

[Acá había un epígrafe

que nadie entendió.

Ya fue.]

Escrito por ficcionalista

Octubre 17, 2004 a 1:00 am

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La vida debería poder llevarse como se lleva el bebop: ser, fundamentalmente, un espacio para la improvisación. Pienso en, por ejemplo, Coltrane. Coltrane es un disco de John Coltrane. Pienso, digo, mientras escucho Coltrane. No sé si es prudente: se me ocurre asociar el bebop con una actitud un tanto zen. Imprevisibilidad, libertad, cierta cuota de incertidumbre. OK, hay partitura pero se le presta tan solo la atención necesaria; el resto es un abandonarse a las circunstancias, a la interacción, la disposición para arriesgar un poco más o un poco menos. Así, sin manual de instrucciones alguno. Hoy me dejé conducir libremente, me permití no anticiparme y darme a que las situaciones que se presentaban me llevaran de uno a otro extremo del día. Le hice conocer al amigo Pusher una librería en la que se encuentran cosas fabulosas –cuya locación, por supuesto, revelaré solo a los que articulen la frase exacta en el momento oportuno– en la que adquirió dos pequeños libros de Jimmy Hatlo y uno de Art Noveau. Me dejé encontrar por dos vinilos a un precio escandalosamente bajo. Me dediqué a leer Trafalgar de la Gorodischer en un bar y tomé café con un amigo en otro. Di cierre al día con el Coltrane que me trajo hasta aquí.

Se rompió el círculo perverso que ayer falazmente anticipé.

Un buen sábado termina. Salud…

Escrito por ficcionalista

Octubre 16, 2004 a 11:59 pm

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